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ASCENSÃO DO SENHOR EM TEMPOS DE PANDEMIA 


     A Igreja eterna de Cristo, nos remete que “Jesus, rei da glória, subiu ante os anjos maravilhados ao mais alto dos Céus, e tornou-se o mediador entre Deus e a humanidade redimida, juiz do mundo e Senhor do universo. Ele, nossa Cabeça e princípio, subiu aos Céus não para afastar-se de nossa humildade, mas para dar-nos a certeza de que nos conduzirá à glória da imortalidade… Ele, após a ressurreição, apareceu aos discípulos e, à vista deles, subiu aos céus, a fim de nos tornar participantes da sua divindade”. (Prefácio da Ascensão I, II) 

    Celebramos isto, após quarenta dias após a pascoa de Jesus, a ASCENSÃO DO SENHOR, momento de Esperança e obediência, completando a missão de Cristo, de vir, ensinar, amar, morrer, ressuscitar e voltar-se de onde veio, ao Pai Eterno, dando a sua face compladecente e misericordiosa. Esta subida de Jesus – voltando para o lugar de onde veio, não implica em uma ausência de Cristo, mas uma nova vivência divina, pois o Eterno não está mais em meio ao mundo como antes, mas sim com todo o seu poder, senhorio, glória e majestade, se fazendo presente em todos os lugares e momentos. 

     Cumprindo a sua missão, Cristo volta ao Pai, tendo, pois, nos ensinado a trilhar os caminhos ao Divino e Eterno Pai, dando a chave perfeita e a orientação, onde Ele mesmo indica que “ninguém vai ao Pai, senão por mim” (Jo 14,6). Ao voltar ao Pai, o Verbo feito homem em toda a sua pobreza é glorificada. Ele que é o Caminho, verdade e vida, nos faz declarar que “A Ascensão do Senhor já é nossa vitória”, pois Jesus declara que “Quando eu for elevado na terra, atrairei todos a mim” (Jo 12,32), dessa forma, quando o Cristo se imola em uma cruz, elucida a um prelúdio de sua elevação salvífica e gloriosa aos céus. 
 
     Assim, “somos cidadãos do céu” (Fil 3,20), abraçando nossa missão, que é a missão da Igreja, por isso devemos ser comprometidos-discípulos-missionários, com isso, Hebreus 9,24, remete-nos que “Jesus não entrou em um santuário feito por mãos humanas... e sim no próprio céu, a fim de comparecer diante da face do Pai a nosso favor”. Com esse primogênito-filho, nós humanidade redimida pelo Sangue de Jesus somos chamados a participar da glória celeste pelo nosso batismo. 

     Caminhamos na estrada de Jesus a caminho do Pai, mesmo como nossas tribulações terrenas, como corpo místico da Igreja, caminharemos à participação da Sua glória Eterna, requerendo de nós, nesta época de pandemia e distanciamento social uma autêntica fé de crer, alimentando nossa fé em nossas orações pessoais e familiares. Com isso, a “separação” que configura na volta de Cristo ao Pai, é temporária, pois em breve Ele voltará, e por vezes, já se encontra em nosso meio. 


João Israel da Silva Azevedo
Redação: Pascom Catedralde Coroatá-MA

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